Como funciona
A verificação parte de dados públicos que o próprio RPPS já declarou, e mostra o caminho de cada número.
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1. Leitura da carteira declarada
O DAIR (Demonstrativo das Aplicações e Investimentos dos Recursos) publicado pelo Ministério da Previdência traz as posições de cada RPPS por competência. Também é possível enviar a carteira em planilha.
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2. Classificação de cada posição
O tipo declarado é o ponto de partida, não a palavra final: ele é conferido contra o cadastro da CVM e a carteira real do fundo. Divergência entre o que foi declarado e o que o fundo tem é mostrada, não escondida.
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3. Look-through nos fundos
Para o limite por emissor, a carteira de cada fundo é aberta, inclusive quando um fundo investe em outro. Junto com o resultado vai a cobertura: quanto da carteira foi efetivamente alcançado.
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4. Aplicação dos limites
Cada regra vem de um arquivo versionado que cita o artigo e guarda a passagem literal da norma. Nada é calculado a partir de limite que não esteja escrito ali.
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5. Memória de cálculo
Todo resultado abre o numerador, o denominador, a data dos dados e o dispositivo aplicado — o que o conselho e o tribunal de contas precisam ver para conferir a conta.
O que o sistema não faz
- Não recomenda investimentos, nem sugere comprar, vender ou resgatar qualquer ativo.
- Não avalia a solidez de instituições financeiras nem a qualidade de fundos.
- Não substitui a decisão do comitê de investimentos nem o parecer do conselho.
- Não afirma conformidade quando os dados não permitem concluir.